Literaturas de Língua Inglesa e Justiça Social: Perspectivas Críticas, Descoloniais e Praxiológicas

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Abstract

Este artigo propõe compreender as literaturas de língua inglesa como práticas sociais que desestabilizam desigualdades históricas e educam a atenção para a diferença. A partir de leituras críticas de Recitatif (Toni Morrison), Dead Men’s Path (Chinua Achebe), Josee, the Tiger and the Fish (Seiko Tanabe), Every Day Is a Trans Day (H. Melt) e for colored girls who have considered suicide / when the rainbow is enuf (Ntozake Shange), examino como voz narrativa, corporeidade, temporalidade e forma performativa produzem encontros éticos entre literatura e justiça social. A discussão dialoga com Young (1990), Butler (1990), Muñoz (2009), Garland-Thomson (1997), Davis (1995) e Lugones (2008), articulando-os à Linguística Aplicada Crítica. Argumento que as escolhas estéticas — da ambiguidade ao choreopoem — constituem modos de crítica e não meros ornamentos formais. Cada seção propõe perguntas crítico-reflexivas, advindas das minhas praxiologias, que convidam o leitor a pensar a leitura como prática de escuta, convivência e responsabilidade. As considerações finais afirmam a potência inacabada da literatura: um espaço de atenção e imaginação ética, onde o mundo continua a se mover depois do ponto final.

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